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sexta-feira, 30 de abril de 2010

os melhores também vencem

São muitos os que culpam os alemães pela crise na Europa. Fossem ‘eles’ mais solidários e nem a Grécia, menos ainda Portugal e o euro sequer, estariam a passar pelo que está a acontecer. Quisessem ‘eles’ ajudar e tudo correria fluidamente. Já tive oportunidade de referir a inveja que os ‘parceiros europeus’ nutriam pela solidez alemã, bem como os problemas que iriam criar para a solidez das instituições europeias. Não deixa de ser interessante analisar os diferentes comportamentos dos vários povos europeus perante os problemas económicos que a Europa atravessa. Enquanto a Alemanha poupou, não se excedeu e hoje vive com um pé de meia, a Irlanda encarou a situação de frente e apresentou medidas difíceis e dolorosas. Tão abrupto foi o corte nos salários e no investimento público, que os mercados deixaram Dublin em paz. Entretanto, na Grécia, um plano de suave austeridade levou manifestantes para a rua, enquanto em Portugal há quem prepare greves e os que têm emprego garantido por lei, lamentam que os seus salários não sejam aumentados.

Sejamos francos: com esta mentalidade não há Europa unida que se preze, nem riqueza que se crie.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Montesquieu e Res Publica: até os Comunistas percebem mais disto que os Socialistas

E quando digo Montesquieu, estou a referir-me ao seu contributo para a Ciência Política, a formalização da teoria da Separação e Interdependência de Poderes.
Estes dois pontos, muito importantes na feitura das Constituições Clássicas, cada vez mais omitido nas modernas, é o engenho constitucional mais eficaz para limitar o poder político e, por essa ordem de ideias, limitar a influência do poder económico. A ideia é prevenir o "Capitalismo Selvagem", ou o Autoritarismo e o Totalitarismo. Ou melhor, a ideia é que prevaleça sempre o Interesse Público.

E disto, aparentemente, percebem bem mais os comunistas que o actual Governo Socialista:

O líder do grupo Parlamentar do PCP acusa o Governo de "negar" informação sobre as condições em que estão a ser aplicados "vultuosos apoios públicos a empresas".

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Decifrando Daniel Oliveira, por Carlos Guimarães Pinto


"- Quando assim não pode ser justificado (caso de crianças pequenas), responsabilizar o Hamas por cada morte, já que usarão os civis (numa das regiões mais densamente povoadas do Mundo) como escudo humano. Desresponsabilizar, mais uma vez, Israel por qualquer consequência dos seus actos.

O Hamas só utiliza escolas e hospitais como instalações militares porque Gaza é tão sobrepovoada que não há espaço para as construir noutro lado. No fundo não é o Hamas que utiliza escolas e hospitais como instalações militares, eles são tão bonzinhos e amigos da população que permitem que as instalações militares sejam utilizadas como escolas e hospitais."

via Insurgente
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