sábado, 8 de agosto de 2009
Odisseia para os pequeninos
Democracia é ter dois lobos e uma ovelha a discutir o que comer para o almoço.
Liberdade é o direito de a ovelha não ser comida, mesmo que os dois lobos votem em harmonia para que tal efeito se dê.
Democracia Liberal é incluir na ementa uma bela couvinha.
Assim, as maiorias governamentais não podem afectar a liberdade individual das minorias "vegetarianas". Nunca. Por uma questão de princípio.
domingo, 19 de outubro de 2008
debate da monogamia/poligamia
Do meu ponto de vista, de alguma forma pode alguma vez o amor ou a paixão, conviver de mãos dadas com a poligamia. Embora alguns seres humanos nasçam inatamente poligâmicos, ou mesmo que todos nasçam poligâmicos, a verdade é que muitos deles (ou pelo menos assim o espero), conseguem controlar-se e nos processos de socialização aprendem que os sentimentos e as relações de afecto com os outros, não são compatíveis com a leviandade, mas sim com a monogamia.
Daniela Ramalho, no Sociedade de Debates
domingo, 12 de outubro de 2008
um país de césares
Longe, também, vão os tempos em que, nas democracias liberais, cidadania era sinónimo de Liberdade.
Infelizmente, vivemos no decorrer da moda na europa, e estamo-nos a tornar no País do salário chamado Rendimento Social de Inserção, cedido pelo governo com o intuito de controlar a insatisfação das massas, massas essas que escolhem reprimir as populações estrangeiras, que vêm aproveitar os ventos de liberdade que ainda vão soprando neste quintal à beira mar plantado, para cultivar saudavelmente a sua personalidade e as suas capacidades.
Num País que precisa de um Rendimento de Responsabilização Social, onde se devia premiar a iniciativa e o esforço, é inaceitável que estas manifestações sejam necessárias.
"Documentos para Todos", "Não à Europa Fortaleza", "Abaixo
Sarkozy" e "Ninguém é Ilegal" foram algumas das palavras de ordem que se
ouviram na manifestação, que juntou mais de um milhar de pessoas, em
Lisboa. A legalização "de todos os imigrantes que trabalham e descontam
em Portugal" e a denúncia da ofensiva de políticas "securitárias e
racistas" na Europa foram as principais razões desta
manifestação.
A concentração, convocada por organizações de imigrantes,
direitos humanos, anti-racistas, culturais, religiosas e sindicatos, começou
no Martim Moniz, num ambiente multicultural de festa e música, onde os
manifestantes exibiram as suas reivindicações e denúncias: "Portugueses
Imigrantes a Mesma Luta, "Direitos Iguais", "A Europa Precisa de Nós,
"Liberdade para Todos", "Residência Para Todos", foram algumas das
frases lidas em centenas de cartazes e panfletos, que encheram as
ruas.
O desfile terminou com um minuto de silêncio em frente a
um painel no chão da Praça - que mostrava cadáveres a 'boiar' nas aguas do
Mediterrâneo - para lembrar os milhares de imigrantes clandestinos que
anualmente arriscam as suas vidas na travessia marítima rumo à Europa, em
busca de um futuro melhor.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
lições práticas de regulação de mercados: a oferta e a procura e a expectativa
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
presságios de futuras catástrofes
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sobre as críticas de Daniel Sampaio ao Ministério, hoje
Hoje de manhã, à conta das causas habituais dos engarrafamentos de trânsito (chuva, segunda-feira, três meses antes do Natal...) ouvi mais rádio do que o costume em horário não habitual. Assim, calhou de escutar o comentário do psicólogo/pedagogo do regime, o Dr. Daniel Sampaio, questionado sobre a decisão de uma escola ou do Ministério (se o blog não fosse escrito a lápis, ia pesquisar e estabelecer a devida ligação, assim...) de atribuir um prémio monetário ao aluno melhor classificado. Pois o Senhor Doutor não concorda. Para além de não gostar do número (500 euros) que entende entrar no imaginário dos adolescentes com o estigma do emprego mal remunerado (sem comentários...), o senhor doutor discorda mesmo é destes prémios atribuídos assim, só pelas boas notas, sem avaliar o esforço dispendido pelos alunos e sem avaliar as condições de partida dos mesmos, isto é, se são oriundos de famílias organizadas ou disfuncionais (nem quero saber quais seriam os critérios propostos pelo senhor doutor para aferir dessa organização....), se têm livros em casa ou não, se há computador ou não, etc, etc.
O aluno de "boas famílias" (o senhor doutor acaba por confessar o preconceito subjacente a tudo isto) é presumido como não tendo feito esforço nenhum mesmo que tenha tido óptimos resultados. Mesmo que se tenha matado a estudar. Mesmo que tenha lutado contra a eventual falta de afecto parental ou a disfuncionalidade emocional da sua família organizada, onde não faltam livros, computadores e internet. Mesmo que não seja possível senão à custa de muitos erros, injustiças e preconceitos, aferir o bom rendimento escolar e premiá-lo por outro critério salvo o dos resultados positivos. E esquecendo que o objectivo destes prémios é tão somente o de dar o exemplo e criar a ambição e provocar os mais fracos - intelectualmente, emocionalmente, fisicamente- a superarem as suas dificuldades e, se calhar, serem como o bom aluno e menino rico que tanto invejam.
P.S. Noutro contexto, isto faz-me lembrar aquele episódio que se contava do saudoso Otelo S.C que em visita à Suécia disse a Olof Palm: - "Nós lá (em Portugal) também vamos acabar com os ricos"-. Ao que o sueco terá respondido: -"Mas nós cá queremos é acabar com os pobres!!!".
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
adeus céu azul
Agora que tenho 19 anos, vou-me dedicar a ser um pouco mais como este gajo, este, e estes.
E dedicar-me, definitivamente, a mandar este à merda.