Esta crónica, em jeito de divagação pessoal, versará sobre 2 tópicas fundamentais em jeito de apoquentações filosóficas em torno do tema Suiça, Suiças, Suissinhos e Suicídio.
- 1ª Apoquentação: da Biodiversidade à Suiça "estranha e duvidosa"
Há Suiça e Suiças.
Para quem teve a oportunidade de viver em tal País, como é o meu caso que vivi 8 anos da minha vida em Genebra, sinto-me tentado a fazer este importantíssmo discurso socialista-revanchista que no fundo nada terá de irritante ( assim o espero).
Há Suiça e Suiços. E, na realidade, há queijos e queijinhos, chocolates e chocolatinhos, relógios de pulso e relógios de cuco. Há neve e floquinhos de trigo. Temos a Nestlé, l´hotel Cornavain que alojou Tintin por uma noite, Le lac Lémon, a vaquinha da Milka, a Heiddi, a casa onde viveu Jean-Jacques Rousseau ( que agora é um modesto shopping diga-se de passagem), e muitas outras coisas.
Não obstante o Ouro ( nazi ou não, não entro por esta especulação), a solidez da Banca, o isolacionismo propositado (mantendo o spread baixíssimo e atraíndo credores), a Suiça será sempre uma eterna dúvida. E as suiças também o serão.
Deduz-se portanto uma biodiversidade no âmago do universo transalpino.
- 2ª Apoquentação : Da ontologia da Dúvida aplicada à suiças pelos suissinhos.
Quanto a esta tópica, e indo ao âmago da questão, apenas vou delinear o seguinte: imaginemos um Suiço, duas Suiças e um Suissinho. O Suiço gosta de suiças e deixou de comer suissinhos. Ele cresceu e isso nota-se na barba que escolheu para dar identidade à sua masculinidade. O suissinho, ressabiado com o suiço por ter crescido lança-lhe uma infâmia quanto à beleza das suas suiças (isto porque o suiço já não liga a suissinhos).
- 3ª - Conclusão. O suissinho, quando chegou a conclusão de que o "suiço amante de suiças não o comia" , suicidou-se.
FIM