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domingo, 1 de novembro de 2009
Queres Civilização, Jovem? Toma!
Ouve-se, ao longo desta obra-prima de Honegger, o "pouca-terra" das carruagens que arrancam, o turbilhão furioso da mecânica das grandes máquinas, majestralmente captados por este grande Futurista e Clássico!
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Odisseia clássico
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Michael Nyman - The Heart Asks Pleasure First
Um dos maiores compositores ainda em actividade:
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Michael Nyman,
Odisseia clássico
terça-feira, 19 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
a canção da doce mulher*
* perdoem-me os mais classicistas, tenho de facto uns gostos mais simples que os do meu amigo Pedro. No vídeo, só peço especial atenção ao 1:37.
Pietro Mascagni - Intermezzo : Cavelleria rusticana
Pietro Mascagni - Intermezzo : Cavelleria rusticana
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Odisseia clássico
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A Purga
Tenham muito medo, a Quinta Sinfonia de Beethoven leva à loucura os intelectualmente desonestos:
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Odisseia clássico
domingo, 15 de março de 2009
Goldberg Variations
Para Miguel de Unamuno, Bach deve ser comparado a Santo Agostinho e a São Tomás de Aquino, enquanto doutrinador do catolicismo:
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Odisseia clássico
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Cruges, o Grande Maestro
Em Os Maias:
"- Um amigo meu - murmurou Ega - Um grande maestro, o Cruges.
O Cruges… O nome correu entre as senhoras, que o não conheciam. E era composição dele, aquela coisa triste?
- É de Beethoven, sr.ª D. Maria da Cunha, a "Sonata Patética".
Uma das Pedrosos não percebera bem o nome da Sonata. E a marquesa de Soutal, muito séria, muito bela, cheirando devagar um frasquinho de sais, disse que era a "Sonata Pateta". Por toda a bancada foi um rastilho de risos sufocados. A Sonata Pateta! Aquilo parecia divino! Da extremidade o Vargas gordo, o das corridas, estendeu a face enorme, imberbe e cor de papoula:
- Muito bem, senhora marquesa, muito catita!"
Ouçamos o segundo movimento da sonata:
"- Um amigo meu - murmurou Ega - Um grande maestro, o Cruges.
O Cruges… O nome correu entre as senhoras, que o não conheciam. E era composição dele, aquela coisa triste?
- É de Beethoven, sr.ª D. Maria da Cunha, a "Sonata Patética".
Uma das Pedrosos não percebera bem o nome da Sonata. E a marquesa de Soutal, muito séria, muito bela, cheirando devagar um frasquinho de sais, disse que era a "Sonata Pateta". Por toda a bancada foi um rastilho de risos sufocados. A Sonata Pateta! Aquilo parecia divino! Da extremidade o Vargas gordo, o das corridas, estendeu a face enorme, imberbe e cor de papoula:
- Muito bem, senhora marquesa, muito catita!"
Ouçamos o segundo movimento da sonata:
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
"Tirem os chapéus, senhores. Ele é um génio!"
Em Intermitências da Morte, Saramago faz uma breve referência a Chopin:
“Um dia, em conversa com alguns colegas da orquestra que em tom ligeiro falavam sobre a possibilidade da composição de retratos musicais, retratos autênticos, não tipos, como os de samuel goldenberg e schmuyle, de mussorgsky, lembrou-se de dizer que o seu retrato, no caso de existir de facto em música, não o encontrariam em nenhuma composição para violoncelo, mas num brevíssimo estudo de chopin, opus vinte e cinco, número nove, em sol bemol maior. Quiseram saber porquê e ele respondeu que não consegui ver-se a si mesmo em nada mais que tivesse sido escrito numa pauta e que essa lhe parecia ser a melhor das razões. E que em cinquenta e oito segundos chopin havia dito tudo quanto se poderia dizer a respeito de uma pessoa a quem não poderia ter conhecido.”
Oiçamos tão agradável estudo:
“Um dia, em conversa com alguns colegas da orquestra que em tom ligeiro falavam sobre a possibilidade da composição de retratos musicais, retratos autênticos, não tipos, como os de samuel goldenberg e schmuyle, de mussorgsky, lembrou-se de dizer que o seu retrato, no caso de existir de facto em música, não o encontrariam em nenhuma composição para violoncelo, mas num brevíssimo estudo de chopin, opus vinte e cinco, número nove, em sol bemol maior. Quiseram saber porquê e ele respondeu que não consegui ver-se a si mesmo em nada mais que tivesse sido escrito numa pauta e que essa lhe parecia ser a melhor das razões. E que em cinquenta e oito segundos chopin havia dito tudo quanto se poderia dizer a respeito de uma pessoa a quem não poderia ter conhecido.”
Oiçamos tão agradável estudo:
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