Ao invés de aplaudirmos actual Governo pela redução do défice público, devemos ter em linha de conta as variáveis alteradas para a prossecução de tal objectivo populista (objecto hermético). Variáveis que muito raramente são referidas. Vejamos o seguinte quadro, respeitante ao lapso temporal 2004-2009:

Podemos ver que, para além do crescimento económico inexistir, o rendimento por habitante decaiu mais de um por cento; o endividamento da economia é preocupante; a carga fiscal aumentou (a nível comunitário ainda sobra margem para aumentos); bem como o desemprego. O despesismo e a falta de investimento (investimento consciente e empenhado no progresso, não obras públicas, as eternas obras de Santa Engrácia!) merecem particular enfoque.

Podemos ver que, para além do crescimento económico inexistir, o rendimento por habitante decaiu mais de um por cento; o endividamento da economia é preocupante; a carga fiscal aumentou (a nível comunitário ainda sobra margem para aumentos); bem como o desemprego. O despesismo e a falta de investimento (investimento consciente e empenhado no progresso, não obras públicas, as eternas obras de Santa Engrácia!) merecem particular enfoque.