segunda-feira, 22 de abril de 2013



Cinéfilo quadro voltado a poente:
as malas esvaziadas e tu ausente.

Como máquina esvaziada,
desnatada e crucificada
pararam pardos os relógios
transgredindo ordens químicas
de matar fome ao próprio tempo.

Há muito que o homem é filme
nos antípodas da memória
quase em delírio e doente
ugindo-se de caos e presente.

Segue-se o sono ao som do sol
petrifica-se a descoberta eslástica
de permanecer-se imagem volátil.

Somos em abstacto algo concreto
transplante de movimento dividual
indício levado avante pelo afecto. 

21/4
in contra-átomo , poesia, 2013
( em revisão)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Escuro mas Quente

É como estar à lareira de alta labareda - tão alta como a alma do Homem das lágrimas enxutas! - de braço recostado languidamente sobre o cabelo, mas não lhe tocando, desbravando a fio de gládio o negrume dos tratados de Estética enquanto sinto o chão cair sobre minha cabeça.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Rabelais


Onde ficará o Gargântua e Pantagruel da arte contemplativa de crescer-se sem saudade?

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Metatradicionalismo

Não serão os reaccionários os maiores hipsters do nosso tempo? Eis o seu obstinado lema: 'gritemos com a pujança de um cego pelas instituições do passado; abraçar o presente é demasiado mainstream'.

sábado, 23 de junho de 2012

Traços hipermodernos

Eis que é chegada a hora dos Esteves Sem Metafísica!

A anomia axiológica hipermodernista cresceu nos nossos dias; cresceu e evoluiu para um novo patamar. Agora é o tempo da democrática validade horizontal da opinião. Agora, a eminência do sábio resigna-se à misologia do delinquente.

terça-feira, 13 de março de 2012

Sobre a curta "Praxis"

Com o devido respeito ao livre pensamento de cada um, a minha concepção de sociedade universitária não passa por ter um grupinho de canalizadores de frustrações facilmente sublimados de companheiros integradores, com a hábil e fácil desculpa da liberdade de acção humana.

Não vislumbro em nenhuma sociedade evoluída, paradoxalmente, tal "instituição" da Praxe universitária. O argumento do fascismo é sempre o caminho mais fácil para qualquer orador querer destronar esta tradição ( e não instituição, pela falta de universalidade). Toda a gente gostará, conquanto, de poder mandar.

O fenómeno de integração tão caro à sociologia e a Emile Durkheim, que coloca o sujeito social numa teia de fronteiras e possibilidades ínfimas de integração quantas as instituições ao seu (in)consciente dispor leva ao desespero da integração do mais vulnerável tipificado em grupos cuja normatividade seja mais coadunada com a ideia de "instituição total".

Das duas, uma. Ou a fenomenologia praxística tende a uma tradição ostentada ao costume e ao usus, ou radicará no tipo de instituição total, semelhante aos fenómenos de integração ocorridos na Inglaterra, no pós - Waterloo. "Instituições" criadas por demanda popular que, também paradoxalmente, culminaram com a adopção de normas rígidas, super-imperiais, adopção de uniforme, localização isolada, sistema administrativos hierárquicos, códigos de conduta severos, frequência ( compulsiva) aos conselhos dos "notáveis", etc etc etc.

Como acredito na teoria da relatividade de Albert Einstein, creio que estejamos ainda presos, no tradicionalismo, ao século XIX.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Prosas da Questão Coimbrã

Bom Senso e Bom Gosto: Carta ao Excelentíssimo Senhor António Feliciano de Castilho (excerto).


"(...). V. Ex.ª aturou-me em tempo no seu colégio do Pórtico, tinha eu ainda dez anos, e confesso que devo à sua muita paciência o pouco francês que ainda hoje sei. Lembra-se, pois, da minha docilidade e adivinha quanto eu desejaria agora podê-lo seguir humildemente nos seus preceitos e nos seus exemplos, em poesia e filosofia como outrora em gramática francesa, na compreensão das verdades eternas como em outro tempo no entendimento das fábulas de La Fontaine. Vejo, porém, com desgosto, que temos muitas vezes de renegar aos vinte e cinco anos do culto das autoridades dos dez; e que saber explicar bem Telémaco a crianças não é precisamente quanto basta para dar o direito de ensinar a homens o que sejam razão e gosto. Concluo daqui que a idade não a fazem os cabelos brancos, mas a madureza das ideias, o tino e a seriedade; e, neste ponto, os meus vinte e cinco anos têm-me as verduras de V. Ex.ª convencido valerem pelo menos os seus sessenta. Posso pois falar sem desacato. Levanto-me quando os cabelos brancos de V. Ex.ª passam diante de mim. Mas o travesso cérebro que está debaixo e as garridas e pequeninas cousas que saem dele confesso não me merecerem nem admiração, nem respeito, nem ainda estima. A futilidade num velho desgosta-me tanto como a gravidade numa criança. V. Ex.ª precisa menos cinquenta anos de idade, ou então mais cinquenta de reflexão.
É por estes motivos todos que lamento do fundo de alma não me poder confessar, como desejava, de V. Ex.ª."

Coimbra, 2 de Novembro de 1885


Nem admirador nem respeitador
Antero de Quental

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Canção aos Desertos d'Aquém-Mar

Levanta,
levanta a cabeça.
Mito da ausência desmentido
grisalho da idade,
fala-me. Caminha comigo.
Não vos sei as cores,
nem as vozes destiladas,
nem os olhares que dobram os medos
frases etéreas
sons de espectro.

Levanta,
levanta a cabeça.
Severo chamamento
deixa vacante o trono e
retalha a miséria.
Nem a dor te cobiçará!
Um fim tão próximo
que já se lhe saboreia
o sangue.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Afirma o homem médio

- Temo a opacidade do Desconhecido.

Como pode ele temer o Desconhecido se o Desconhecido é tudo aquilo que conhece?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Defunto

O Homem humaniza-se pela abdicação. Mormente quando abdica da essência para sentir o físico-estar dos que já não são.

domingo, 11 de dezembro de 2011

A Monserrate, a Portugal, aos Portugueses



'Childe Harold's Pilgrimage', canto I, XVIII

Poor, paltry slaves! yet born midst noblest scenes -
Why, Nature, waste thy wonders on such men?
Lo! Cintra's glorious Eden intervenes
In variegated maze of mount and glen.
Ah me! what hand can pencil guide, or pen,
To follow half on which the eye dilates
Through views more dazzling unto mortal ken
Than those whereof such things the bard relates,
Who to the awe-struck world unlocked Elysium's gates?

Lord Byron

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Do comunismo incomum

Muito por causa ( e efeito) de meu amigo Sousa Dias ( in Grandeza de Marx; por uma política do impossível) aprendi que, hélas, O cogito proletário é um espectro.

E, mesmo a "espectralidade do espectro" comunga do por vir. O poder comum é uma falácia, conquanto que a sua transcendentalidade teórica comunga do im-possível, do eterno vir-a-ser, do eterno in-concreto.

A actualidade de Marx é uma tautologia de (in)concretez; a Lógica do impossível ( Alain Badiou) esbarra contra a fenomenologia da consciência do poder no homem ( auto-poder) e fora do homem ( hetero-poder).

A bondade de Marx ( métrica e alcance de suas Teorias) esbarra com a ausência de altruísmo vigente, em cada humano errante. A grandeza de Marx deduz-se, então, da pequenez cerebral do receptor. De nós, todos, meros incomuns.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Grandeza de Marx - Sousa Dias

convido toda a gente à apresentação do livro da autoria do meu amigo pessoal Sousa Dias ( que apresentou com fulgor e sapiência o meu modesto Réu Vai Nu). apareçam!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

De chegada

A convite, deixarei eu também neste átrio algumas das palavras que a caneta vai descoordenadamente vomitando.

Do eminente Antero:

«A estes tais chamo eu poetas. Porque nos ensinam o bem. Porque são originais e dizem sempre alguma cousa nova à nossa curiosidade de saber. Porque dão com a elevação das vidas confirmação à sublimidade dos escritos. Porque são tão poéticos como os seus poemas. Porque vão adiante abrindo à luz e ao amor novos horizontes. Porque não conhecem ambições nem orgulhos. Porque têm a cabeça do génio e o coração da inocência. É por isso tudo que lhes chamo poetas.»


Ao meu anfitrião, Lourenço.

sábado, 18 de junho de 2011

Dionísicas às Éclogas Universitárias costumeiras ou foraleiras

Falta ao Homem ( e ao adolescente-médio peculiarmente) contemporâneo um quid de inteligência sentiente que Xavier Zubiri profetizava, no cômputo geral de uma continuidade descontínua da metafísica do sec XX.


Uma inteligência que não negligencia a premissa de ser-com-os-outros-no-mundo, no conspectum da alteridade plurisubjectiva-concreta do onthos, complementada pelo Dasein Hedeggeriano que limitará os gestos peculiarmente isolados e de interesse meramente privado (rectius, mero capricho) pela alterância de usus e costumes axiológicos. Falamos, portanto, de Valores Universais, autênticos imperativos categóricos que legitimam mais os actos das pessoas e menos as suas correlativas ( e não, por vezes, menos divergentes) orationes.


Um saber restritivamente enciclopédico pecará, sempre, quer pela indefinição de sensibilidade imputada ao sujeito que a auspicia , quer pela rejeição da necessidade-sociabilidade pela autoproclamação de uma auctoritas, que nem os Clássicos se arrojavam de possuir. Cairemos num lugar comum aos Déspotas Esclarecidos ou, mais remotamente, aos que se legitimavam por , cumulativamente, dominus et deus serem.


Não possuímos nenhum ius respondendi ex auctoritate principis, nem nenhuma Sacrosanctitas que nos permita ( aos olhos dos demais cidadãos) viver da desalternância egoística ética.


No fundo, essa representação ( a par da finitude e da solidão) torna-se fattispecie de deselegância moral disfarçado dum mecanismo que o ego, esse faminto instituto individual ininterruptamente recalcado e recalcante, capta para cortar um atalho-vis rumo à autonomia de consciência individual: a desconstrução do Gestalt no seu conteúdo mínimo-ético de Cortesia e de Bom-senso, enquanto ordem valorativa-axiológica que constitui o animus de qualquer futuro bonus paterfamilias.


Falaremos, conquanto, de valores que poderão, pela sua importância, revogar certos legalismos de Magdala. Valores que se aprendem em comunidade, códigos de ética, autênticos pactos de não-agressão fundamentados em prismas axiológicos, e portanto, comuns a quem felizmente os soube aprender em sociedade(s), e confusos a quem, por temeridade divina, não lucrou de seus irreversíveis benefícios.


Os senhores ( e principalmente Donzelas) que criaram uma polícia escolástica ( permitam-me a tête de chapitre) para impedirem outrém de copiar em exames não deixam de estar certos quanto aos motivos ( resta saber se individuais ou por amor à nobre causa comum ou comunista), não deixando, contudo, de exagerar quanto aos fins usados, violando o excesso dos meios. Mas, pior do que esses Savignystas ( esperemos que não codifiquem tais iura) são aqueles que traem os próprios colegas, demonstrando crueldade no modo como encaram esse egoísmo ético uma cabeceira-bíblica digna de leitura pré-onírica repetitiva e perpétua, ao ponto de a terem motivado, como se ( de iure constituto) o pudessem fazer.


São esses senhores (e, repito, Donzelinhas) a quem me dirijo, na convicção de espectador não ferido pela Prevenção Geral que pretendem impor, legitimada pela magna auctoritas, coercito, e exemplo incorruptível que transmitem à nossa domus sapientiae: deixarei, prontamente de ler o Método, haverá pois clareza e distinção de maior no universo estudantil da muy nobre Faculdade de Direito da Universidade do Porto?


Os professores da casa não terão culpa, já que (quando muito) estarão a receber ordens severas para apertar com as vigilâncias. Agora, não deixa de ser hermético o facto da causa deste Policiamento mordaz ter sido a fraca vontade de um senhor ( ou Donzela, repito), que ferido(a) nos seus calcanhares dourados por estudantes cabulescos que passam com um 10 às cadeiras, decidiu colocar o princeps à perede com ameaças lesivas da sua virtude ( uma autêntica capitis diminutio lhe aconteceria, decerto).


Freud , certamente,encontraria um caso paralelo onde não faltariam referências a uma postura "libidinal minor", mas talvez só disso não seja feita a massa que nos envolve a carne. Pior do que isso está quem quer fazer uma prova na "paz do Senhor": levar com marcação apertada, quando "nem devem, nem temem", e com constantes avisos intercalares, contra-avisos, questões prejudiciais, etc. Desormé, com isso podemos nós, os alunos que não copiam mas que não se importam que uns malogrados possam passar a uma cadeira para poderem bater-pé com um(a) aluno(a) de 16 num futuro que não passou.


A questão, perdoem-me os civilistas arreigados no seu juspositivismo obtuso, não está na ilicitude do acto, mas na incompetência moral de quem causou este motim. Seja ele senhor ou Donzelinha, fosse no seminário onde eu estudei e seria o primeiro estudante não plagiador a dar o primeiro golpe de purificação, para veicular estes tais laços invisíveis que separam a individualidade ( egoística) da alternidade subjectiva concreta. A praxe ( neste ponto concordo) veicula este espírito de união. Antevendo que não será ninguém de tais meios ( nem tampouco tenha andado em seminários, como triste eu) , resta esperar por fumo branco.


Que estas éclogas dionísicas, que demarcam o fumus do fogo dissipem algumas mágoas a alguns que, possivelmente arrependidos de seus actos, possam fazer um breviter juízo de consciência quanto à ética e axiologia de seus propósitos. A Justiça clamará por pessoas íntegras que afastem a concorrência com métodos substantivamente lícitos, mas essencialmente imorais.


Esta é a minha opinião acerca do fumus que alega haver um grupo de alunos do 3º ano da FDUP que coordena uma brigada anti-plágio nos exames, com o pretexto de estar a trabalhar para o currículo. Desta vez, não posso calar. Impõe-se uma Démarche! Não pela legitimação de um plágio, não pela legitimidade de métodos fraudulentos, mas pela consciência colectiva ferida pela obstipação dessa inteligência sentiente que tanta falta faz hoje à contemporaneidade ultra-liberal.


Deus, nosso Senhor, e Maria sua ( e nossa ) Mãe nos ajudem nestes santos e vigiados exames. Amen


domingo, 12 de junho de 2011

Recomendação mensal de leitura filosófica

Javier Hernández-Pacheco, Friederich Nietzsche: estudio sobre vida y trascendencia; Barcelona Editorial Herder, 1990.

Um estudo do Professor Catedrático de Filosofia da Universidade de Sevilha declinando temas convergentes em Nietzsche: breviter, Existência Trágica, Trancendência e culpabilidade, vontade de viver, inversão axiológico-normativa e vontade de poder, Actualidade, Trancendência religiosa e transcendência aristotélica.

Recomendo aos amantes de Filosofia e curiosos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fernando Nobre

A maioria das pessoas até simpatizaram com a virtude deste senhor. Contudo, o que ele fez demonstra efectivamente que a Política não cessa de surpreender pela elasticidade das convicções, e rigidez de oportunismos.

sábado, 9 de abril de 2011

O Desvalor da Moeda ( Sátira)

A Moeda poderá comprar-nos um presente
Mas, decerto, vender-nos-á outro futuro
Tudo é dinheiro! Tudo é Moeda! Tudo é Capital!
Prostituem-se (até clérigos) por dinheiro!
Ah, Moeda, O Diabo é o eterno Banqueiro
cobrando juros a cada alma que o deteste gastar,
sem amor. Tudo é quantificável e mensurável,
sem virtude, mas com um preço! O dinheiro, meus caros!
( Afinal, é de dinheiro que falamos não é?)
Que Deus partilha sua casa com o eterno cornudo
a seu lado, contando eternamente suas moedas? Seus oiros?
deram a César o dinheiro de Deuses, para vir com um diabo
taxado a preço de um escravo? O Demónio está nos desamores
que a ilusão do poder ilegitimamente cria, sob o fausto da Posse.
Onde haverá dinheiro, sobrará poder! E tudo, de novo, será Moeda!
Mas, dois demónios estão quando Belzebu semeia o eterno vício
que o homem tem de superar o seu vizinho, criando espécies de Oasis
financeiros! Só para parecer bem, faustoso, imperial, Persa...
Endivida seus próprios filhos, hipotecando-lhes o pão e a educação
que hão-de encontrar nas leis das Ruas.
Quantos pecados cobrará o diabo por um Porsche?
E onde estão os garantes de Deus?
Sim, aqueles cujos sapatos são Prada ou Gucci,
e extremamente valiosos para calçar o pé de Belzebu?
O Cornudo adora dinheiro, mas decerto não calçaria Gucci.
Onde estão os garantes do Socialismo, do materialismo dialéctico, do mutualismo
do Cristianismo, do populismo, Do DIREITO? Da soberania Popular?
Onde estão, merda?

( Calam-se, porque podem cortar-lhes o eterno dinheiro)

( Calam-se porque são fracos ... sem dinheiro, e se há coisa que se não possa comprar é efectivamente uma consciência cívica)

(calam-se porque têm medo de saber falar)

( calam-se porque são medíocres, porque se o não fossem, justificavam-no com acções dignas de
louvor e honra)

( calam-se porque não são inteligentes; são espertos, e sabem que para chegar ao cume do everest monetário, é necessário queimar muitos dedos sem dar um grito)

(Calam-se, porque há-de chegar a vez deles mandarem calar)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em demanda de um Fundo Axiológico Internacional

Vinte e quatro horas após o anúncio do FMI, o Primeiro-Ministro Medina Carreira prometeu que a nossa camarada Alemanha irá interceder por nós, no que concerne ao que é designado de "input moral" à Nação.

O Fundo Axiológico Internacional, quiçá inspirado no idealismo alemão, irá assim ser muitíssimo útil aos Portugueses, que já expressaram o seu contentamento, numa sondagem realizada pela TVI, e adiantada pelo Prof.Marcelo Rebelo de Sousa, algures perdida a folha num livro do Professor Bambo.

Após cinco intensos minutos de negociações com a oposição no café Luanda, Bairro Alto, Medina Carreira convenceu Alexandre Frota e Pedro Mantorras a solicitar o Pacote de medidas morais.

O FAI terá como principais objectivos ensinar aos Portugueses a dizer "obrigado" a tudo o que venha de nossos amigos, e ,como a amizade é ter "um espírito em dois corpos", dizer "olá" sempre que nos queiram cumprimentar cordialmente, e nunca, nunca um fadista "Adeus". Um "até breve" choca menos nossas amizades, não nos torna indelicados, e revela que teremos todo gosto em que venham visitar-nos com alguma regularidade e delicadeza!

O Presidente da República, Tony Ramos, não se pronunciou sobre o sucedido, mas espera-se que amanhã dirija uma mensagem ao país, directamente do centro de Depilação, no Bairro do Aleixo. Além disso, consta-se que virá um novo pacote mais light para pessoas sexualmente sensíveis, do qual apenas se sabe que se designará de FF.

( Notícia em acompanhamento Vip, patrocinado por Reinaldo Teles)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

La Fleuve, L'Histoire et les Gendarmes: La Génération 500 euros

Quand l'environnement nous touche sensiblement,

Quand l'histoire des massacres à la mémoire des faibles

se cache sur le lit des épouvantables pouvoirs,

Nous ne sommes pas, sans doute, l'Histoire

Nous ne serons, même pas, la Mémoire!



Les Gendarmes d'aujourd'hui

débarrassé de préjudices

Esclaves de leur propre liberté!

(dûment réexaminée au fond de la raison,

apparemment hissé vers le ciel)

ont vécu à ses intérêts et identités.



Nous ne vivons plus, certainement,

de ces remparts anciens

Nous sommes ces fleuves qu'émanent de l' absence d'eau

L'histoire qui survit de l'absence de rien,

de motivations et d'événements!

Une génération de "gendarmes" sans peau.






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