quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
audisset ipsum
Falo de um espaço novo e livre, magnífico e belo, que eu espero do fundo do meu coração que cresça, prospere, e que lá para os 24anos me apareça em casa com um gajo cheio de piercings e tatuagens a dizer "papá, este é o Diego, conheci-o na festa gótica, vou ter filhos com ele. Ele lembra-me tanto de ti!".
Trata-se de um espaço blogosférico de opinião.
Peço a todos os que vêm a este blogue, que dêm uma visitinha lá, é o há discussão
Apreciem o projecto, acariciem-no, por detrás das orelhinhas.
domingo, 25 de novembro de 2007
na mania dos anti parte I
e este é dos argumentos mais válidos que a música alguma vez me deu.
bravo!
sábado, 24 de novembro de 2007
um momento filosófico
e eu ando aos trambolhões por ela fora, porque nunca tive muito jeito nem para andar de bicicleta nem para outras coisas com rodas.
lembro-me até de um dia em que embati com particular vigor numa roseira brava. estava o meu pai a ensinar-me a andar de bicicleta, lá está, e a dada altura resolveu deixar-me sozinho com os encantos do velocípede. não tivesse eu 4 anos, e até conseguía chegar aos pedais, antes de me esbarrar contra aquela parede de espinhos. foi glorioso. desde esse dia, nunca mais gostei (muito) de bicicletas. esse dia também marcou a minha escolha de carreira, porque estudo agora Direito com esperança de descobrir fundamentos para processar e aprisionar numa cadeia de máxima segurança o meu progenitor.
a vida dá-me coisas boas. irritantes, mas boas. eu gostava de dizer, poder dizer, que a vida não presta, que o dia correu-me mal, obrigar qualquer bêbado (sim, tu!) que pare neste blog a ler que me esqueci do trabalho de grupo, ou que me choveu em cima, ou que a minha namorada está zangada comigo, mas...
nada disto me acontece.
ou seja, pode até acontecer. mas não faz parte? se a vida fosse fácil, eu não podia gozar com várias coisas. como seria o mundo sem pitahs que falam axim? naum xewiah muntuh xatuh?!?
como seria o mundo, se eu não pudesse dizer que sou um liso? uma seca. que desafio havia? agora vou partilhar algo convosco. eu sou mesmo um liso. sou um estudante liso. perguntem à minha senhorinha, o nosso jantar de1º aniversário de namoro fui eu que paguei, e levei-a à sopa dos pobres da santa casa da misericórdia.
ridículo.
mas não iria gostar de outra forma.
existe um significado para a vida. e envolve mais do que estar depressivo. é um hino, é uma doutrina
48
e nós temos de nos afastar de tudo o que é fora do contexto. todas aquelas coisas que aparecem no meio das nossas leituras que nos distraiam humbahumbahumba e que não são racionais.
é fácil. tal e qual andar de bicicleta...
24
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
um momento lindo
realização de: manuel "jellyman" pinto (filmei)
produção de: manuel "jellyman" pinto (escrevi aquela cena no papel)
efeitos especiais: ruben "black angel" estrela (autor do origami)
actriz convidada: inês "dedepó" silvestre (não-remunerada)
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
nã dá para ficar imune
Lança menina
Lança todo esse perfume
Desbaratina
Não dá prá ficar imune
Ao teu amor
Que tem cheiro
De coisa maluca...
Vem cá meu bem
Me descola um carinho
Eu sou neném
Só sossego com beijinho
Vê se me dá o prazer
De ter prazer comigo...
Me aqueça!
Me vira de ponta cabeça
Me faz de gato e sapato
E me deixa de quatro no ato
Me enche de amor, de amor
Oh!...
Lança menina
Lança todo esse perfume
Desbaratina
Não dá prá ficar imune
Ao teu amor que tem cheiro
De coisa maluca...
Vem cá meu bem
Me descola um carinho
Eu sou neném
Só sossego com beijinho
E vê se me dá o prazer
De ter prazer comigo...
Me aqueça!
Me vira de ponta cabeça
Me faz de gato e sapato
Ah! Ah!
Me deixa de quatro no ato
Me enche de amor, de amor...
Oh!
Lança! Lança Perfume!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Lança! Lança Perfume!
Oh! Oh! Oh!
Lança! Lança!
Lança Perfume!
Lança Perfume!...
se vis pacem...
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
montesquieu estava bêbado
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
angústia em espiral (porra, acabaram-se-me os títulos em latim)
Trovejava. Muito. Em Tânger, reza a lenda, todos os emborcadouros ficam cheios de entulho quando chove. E naquele dia, bem que me pareceu que tal acontecia. Provavelmente, mais uma miragem.
O fumo do cigarro brincava suavemente por entre os meus dedos. Tu estavas irritado. Eu via que era por causa do teu poema, aquele que tu não conseguías acabar, por muito que tu me contradissesses, dizendo que era a tua asma que não ia bem com os meus hábitos de fumador. Nunca me enganaste. Nem daquela vez em que, zangado com o mundo, te deitaste no chão daquela rua Montevideu, minutos antes de teres dado uma valente cabeçada a um candeeiro eléctrico que, obviamente, usaste para simbolizar o teu desprezo pelas companhias eléctricas monopolistas e poluidoras. São momentos meus, disse-te. Pelo menos até o fumo do cigarro accionar o sistema anti-incêndios, e ensopar o meu maço todo.
Eu e a morte sentamo-nos lado a lado. Ela perguntou-me se eu tinha lume. Eu disse que tinha fósforos, e ela correu rua abaixo para apanhar o próximo táxi até à Terra da Podridão, que fica algures entre a Areosa e Rio Tinto. Incomodou-me esta visão. Sentia que a minha altura se aproximava. Um dia um velho cambojano disse-me “hoje à noite, há caracóis!” e eu prcebi que o meu destino estava selado.
Tu dizias que não. Era tolice minha. Praguejavas sempre que eu falava no faraó que tinha de ter duas cabeças (é claro, mas porquê?) para equilibrar o seu Pteh. Mas a noite empurrava-me. e seria essa noite, a noite de Tânger, noite bela por entre os seus mercados e veludos, tangível finura, somente perceptível por uma merda qualquer para a qual não tenho mais expressões endereçadas.
Oh, a humanidade. Oh, a morte. Oh, as interjeições vocais. Saí da minha tenda, já não era mais necessária a minha presença lá, a flatulência do Holandês mantinha o nosso grupo encurralado de turistas quente o suficiente, e resolvi-me a enfrentar a morte. E lá vinha o faraó, com as suas duas cabeças (é claro, mas porquê?) montado num grifo, alugado em Silves, que mais tarde seria usado num ataque bombista da ETA.
Tu disseste-me não. E eu olhei de volta. E a chuva fazia o que de melhor sabia fazer, caía a potes, tanta que dias mais tarde apanhei uma constipação, que o teu apurado faro médico se apressou a diagnosticar como uma “gripalhada do caralho”.
Não o quê? Perguntei. Não vás, pois a noite é boa, o mundo é belo, e gastar 150 euros em mobílias de proveniência sueca no IKEA dá-nos direito a uma matadumbe de vales de compras. Finalmente, valia a pena viver, pensei.
E a noite em Tânger fez-se dia, e esse dia fez-se manhã, e essa manhã fez-se hora do almoço e picos de tarde, e essa hora do almoço e picos de tarde transformaram-se em hora da sesta, que se ia transformar em hora do lanche até tu me atingires com a tua moca de Gueifães.
E eu nunca esquecerei Tânger.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
da crueldade
É um acontecimento importantíssimo para milhares de oprimidos que viram nessa mulher, que com risco da sua própria vida lutou contra uma sociedade islâmica cada vez mais arcaica, um apoio para alcançarem os benefícios sociais e os direitos que lhes são devidos enquanto seres humanos.
Essa mulher, depois de um exílio forçado pelo estado perigoso do seu país, viu neste mesmo dia do seu regresso dois carros bombas explodirem contra a sua caravana, matando dezenas de pessoas. Horas antes a Al-Qaeda demonstrou o seu agravo para com a presença de uma mulher envolvida em política.
Os auto-proclamados defensores do Islão mandaram bombas contra uma manifestação de carinho e esperança que reuniu 250.000 pessoas.
Existe ainda alguma dúvida que estes são os maus da fita? Ou devemos nós avalia-los melhor pela forma como se vestem quando os convidarmos pá Festa do Avante?
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
vou-me arrepender disto...
correcção, ela pode muito bem fazer-me isto...
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
?ad monetarium?
Formulei recentemente a teoria de como as mulheres, esses seres maravilhosos desapêndiçados, não conseguem suportar a presença de trocos, moedas, nas suas formas de pagamento. Chamei-lhe “desenconomia trocomática feminina crónica”. Já agora, olá.
Conheço especialmente uma mulher que se pudesse pagar tudo com uma nota de 20 euros, eu tenho a certeza, conseguiria viver até ao fim dos seus dias com uma despreocupação própria dos hippies que cantam ao pé da estação de S.Bento.E não, não estou a ser cruel. Eu amo cada pedacinho de terra que essa mulher pisa, e ela sabe-o, e uso apenas a sua descrição para me orientar a descrever aquele mundo que eu acho impressionante: o mundo da mulher. A verdade é que todas elas em dizem exactamente o mesmo.
As senhoras possivelmente não compreendem, mas nós homens somos mesquinhos e avarentos no que toca a trocos. Bem, basicamente, somos mesquinhos e avarentos em tudo o que toca a dinheiro, a não ser que sejamos maricas, os maricas detestam ter moedas no bolso, e também não são avarentos e mesquinhos. Mas algo tão natural em nós devia ser bem mais aceite pela feminilidade, em vez da habitual antipatia demonstrada!
Impressiona-me ver a forma quase odiosa que algumas mulheres tratam os homens que lhes oferecem moedas para a mão. Parece que já nos dizem “ É só isso que eu valho para ti? Um mero punhado de cobres? Bem que a minha mãezinha tinha razão, tu és um avarento e um mesquinho” e desatam num queixume, que não raras vezes se transformam num berro ululante e assustador, que leva o macho a despender a derradeira nota de 10 euros para pagar um café e uma água com gás Freeze.
Eu aprendi a estimar os meus trocos com o dono de um café da minha escola, o senhor Vieira. O senhor Vieira odiava notas. Logo, sempre que chegava a mesada, íamos nós pequenos todos pagar-lhe com uma nota de 20 euros um panike. Eu via literalmente as lágrimas apoderarem-se do rosto do homem, ao deparar-se com a inglória tarefa de arranjar trocado.
Pelo aspecto, e sem exgerar, o sr. Veireira ja tinha uns 115 anos, por isso, a impaciência com que contava trocos vezes e vezes sem conta levava a que muitas vezes ele nos desse em excesso o que nos devia. Ás vezes acontecia o contrário.
Anos mais tarde, farto daquela vida de infinita matemática, o sr. Vieira ostracizou-se para a sua terra, algures nas proximidades de Terronhas, onde acabou os seus últimos dias a organizar a procissão á Nossa Senhora das Pataqueiras. Morreu subitamente de ataque de coração quando o padre da procissão lhe concedeu a honra de fazer a contabilidade das oferendas em dinheiro. O ofertório rendera mais de 10.000 euros.
A não ser que seja para pagar por um bom par de mamas bambaleantes (obrigado daniela pela ideia para esta magnífica expressão) (não que eu esteja a referir-me à Daniela no que toca ao sentido da expressão, claro), poucos homens há que se disponibilizem sequer para pagar a renda com papel-moeda. Algumas amigas minhas lançam um olhar assassino ao empregado de mesa quando ele lhes vem trazer o seu trocado, como se aquele desgraçado viesse de propósito enfiar moedas no seu porta-moedas, acabando por pesá-lo e causar enormes lesões na coluna da portadora. Já cheguei a observar situações em que as senhoras se atiraram ao pescoço do garçon, tal era a fúria.
No entanto, penso eu com efeitos compensatórios, as mulheres são rapidíssimas a sacar notas da carteira. Antes sequer que eu consiga meter a mão na carteira, já a minha namorada tem a sagrada notinha na mão. Desenvolveram um sentido ultra-sónico complexo, provavelmente desenvolvido ao longo de séculos e séculos de ódio aos trocos, que nem o apurado ouvido de um morcego consegue descortinar o barulho da nota a roçar nas extremidades dos dedos. Conheço mulheres que conseguem fazer isto, mas utilizando a carteira do marido, com ele a usá-la! Na altura em que ele a tira do bolso, já ela pagou o jantar aos convidados e deu a gorjeta ao empregado. Hei-de usar esta temática para outros textos.
A única mulher que adora trocos é uma senhora que se encontra muitas vezes ao pé do Via Catarina. Essa tipa mica-me sempre. Mal me vê a passar, ela cheira os troquinhos qu eu, inocente transeunte, levo, e vem serenamente levar-me as minhas estimadas redondinhas. Já contribuí com um total aproximado de 80 de euros em moedinhas de 50 cents pá causa dos desabilitados e dos filhos dos drogados e camionistas, e toda esta pilhagem se dá sempre pela mesma mulher. Ela sente-me, cheira-me, uma vez até conseguiu ver o conteúdo da minha carteira sem olhar lá para dentro. 50 euros, disse-me ela. “Porra”, pensei. Tive de contribuir, senão eu tinha a certeza que Deus me ia fulminar, ou pior, castrar-me. É que a mulher podia muito bem ter a capacidade de adivinhar para onde eu ia depois, e quem acabava a rezará Nossa Senhora das Pataqueiras era eu.
de rerum natura
fazer-se difícil é, para um homem, saltar para a cama, mas para não dar ar de fácil, manter as meias vestidas.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
a verdade... desculpem, se nhoras, mas é a verdade
Proporciona o único, cientificamente plausível, ponto de vista sobre a vida de um casal casado: o ponto de vista de um homem. Graças a Deus que este é um blogue anónimo, e nenhuma destas considerações vão ter consequências.
Graças a Deus.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
esta cena dos blogs já me pôs doente...
sábado, 29 de setembro de 2007
já uma chalaçazinha
Eu gostei particularmente desta passagem na página da Lili Caneças:
"É possivelmente uma das personagens portuguesas cuja idade é mais difícil de determinar, de todos os modos é de um interesse infinito. Note-se o cadastro de operações de cirurgia plástica com que se nos apresenta."
Mesmo que acima do texto referido diga:
"Lili Caneças de seu nome verdadeiro Maria Alice de Carvalho Monteiro (n. 4 de Abril 1944), mulher mediática do Jet-set portuguesa."
Portanto, para quem possa não ter percebido, eu resolvi por a negrito.
A meu ver, acho que amputa severamente o interesse infinito que poderá ser a determinação da idade de Lili Caneças. De certa forma, a infinidade do interesse deste assunto acaba a 4 de Abril de 1944, há mais ou menos 63 anos. Ups, desculpem, 63 anos.
é blog, blogue, ou belogue?
Após um curto tempo de ausência, cuja falta foi claramente sentida por, aproximadamente, um par de pessoas, este blogue vai, caso o seu autor se digne, voltar a prestar o seu serviço púbico.Público aliás, desculpem, é puramente freudiano este engano.Puuuramente.
Obrigado pela vossa atenção.
domingo, 16 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
sábado, 1 de setembro de 2007
you drink too much
"Ajuda-nos muito a compreender melhor o surgimento das pirâmides" revela George Custner, chefe da expedição arqueológica "cujo método de construção é ainda muito desconhecido e o seu segredo foi perdido ainda no tempo dos faraós".
"O facto de os antigos egípcios passaram grande parte de seu tempo embriagados já nos dá algumas luzes" remata George "pois é do conhecimento geral que os bêbados nunca têm noção das merdas em que se metem."
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
ajudem a teresinha
A sua história seria igual a de todas as histórias das crianças normais da sua terra, não fossem as terríveis vicissitudes que o drama da vida lhe impôs.
Aos 6 anos de idade, Teresinha viu a sua mãe, Dona Alminda Vaz, a ser raptada por 3 homens encarapuçados. Investigações policiais ainda não descobriram os verdadeiros motivos do rapto.
Impressionada pelo fulminante rapto de sua mãe, Teresinha correu para a ajudar, mas os bandidos já tinham atado sua mãe ao atrelado da sua Sachs, e começavam agora a sua frenética corrida a 40 km/hora.
foto do veículo criminoso
atrelado no qual a mãe de Teresa Vaz foi transportada até à fronteira espanholaJá no hospital, a necessidade de amputação do braço esquerdo e das duas pernas era vital.
"Aquele braço parecia daquelas cenas holandesas de fazer coisinhas de papel, como se chamam? Origami."comentou um aluno de Medicina formado no hospital de S. João do Porto.
Infelizmente para Teresinha, os médicos que a trataram eram recém-formados, e amputaram-lhe o braço errado, coisa que notaram com aparente escândalo após a operação.
Reduzida a tronco e cabeça, Teresinha teve ainda de suportar o facto de ter apanhado sarampo, devido às más condições de isolamento do seu quarto.
A sociedade portuguesa, na sua infinita piedade, já tomou a seu cargo o caso de Teresa Vaz. A TVI organisou um mega concurso de dança, com efeitos de beneficiência, cujas receitas reverteriam para a família de Teresinha. Na final do concurso Manuel Luís Goucha ofereceu-se para dançar o mambo com a menina.
Correu tudo muito bem, até M.L.G. se ter distraído com um empregado loiro e alto que servia o caviar, e largado a menina durante uma intrincada pirueta. Teresinha Vaz performou então um voo fenomenal,("grande bailarina teria sido" murmurou-se nas bancadas) e foi parar 13 metros à frente, na secção mariscos, onde foi atacada por uma lagosta.
O Drama da Teresinha, como se lhe chama, é atentamente seguido por este blogue, que resolve agora prestar o seu auxílio. Ajudem-nos a angariar dinheiro para pagar uma operação em Cuba, para desembaraçar a lagosta das orelhas de Teresa Vaz. Passem o link deste blogue a vossos amigos, e comentem. Por cada 100 comentários, um cêntimo reverterá para a nossa angariação.
Obrigado.
sábado, 25 de agosto de 2007
patriotismo sóbrio
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
encontrado o correspondente espacial do cérebro da Cinha Jardim
Descoberto enorme buraco no Universo
Um grupo de astrónomos da universidade de Minnesota descobriu um enorme buraco no Universo onde não há nem matéria normal, como estrelas e galáxias, nem a misteriosa «matéria escura».«Nunca tinha sido encontrado um buraco tão grande e também não esperávamos a descoberta», afirmou Lawrence Rudnick, da Universidade de Minnesota.
Segundo refere o Diário Digital, os astrónomos sabem há anos que o Universo tem buracos nos quais praticamente não há matéria, mas a maioria é muito menor que o que foi agora descoberto.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
e como hoje é o aniversário de Aljubarrota
PIB espanhol abrandou no segundo trimestre
PIB nacional cresce 1,6%
e tiveram de ser obrigados
Profissionais de saúde do Hospital S. João, no Porto, obrigados a desinfectar as mãos
O Hospital de S. João, no Porto, eliminou 30 por cento das infecções hospitalares nos dois últimos anos. O resultado foi conseguido depois da obrigatoriedade de todos os profissionais de saúde e funcionários desinfectarem as mãos."
Entre 2005 e 2007 as infecções no hospital de S. João, no Porto, diminuíram 30 por cento e para isso muito contribuiu a desinfecção das mãos a que todos os profissionais de saúde são agora obrigados após todos os actos que praticam. "
Engraçado não é?Aposto que é coincidência... Mãos desinfectadas e infecções hospitalares é coisa que não liga lá muito bem... Parece-me, no entanto, uma medida algo inovadora, eu nunca teria pensado nisso.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
vou de férias
terça-feira, 31 de julho de 2007
sir, yes sir!
Ora aí têm um bom exemplo.
"Portugal ocupa o 48º lugar da lista mundial de países no que diz respeito a orçamentos para a defesa, segundo os dados avançados este ano pelo Centro para o Controlo de Armas e não Proliferação dos Estados Unidos." (hurra!)
A necessidade de atirar ao ar algo como "que imbecis, porque gastam tanto num país tão insignificante do ponto de vista militar, não percebo, arre, que fúria" é praticamente instintivo no comum português. No entanto, se há tarefa nacional em que cada um de nós se devia comprometer seriamente é na propagação do método "pensar duas vezes antes de falar", e caso surgisse alguém a incentivar essa campanha, eu rapidamente iria providenciar a minha palmadinha nas costas.
Então, o que é que pode tar a acontecer?
"O Ministério da Defesa procura basear os seus fundos na venda de material de guerra desnecessário ou ultrapassado"
Ora, é óbvio, o orçamento da defesa baseia-se na venda de material de guerra, pensei eu, após seguir o método anteriormente referido. É elementar.
Até que li o seguimento do excerto.
"Segundo o Diário de Notícias, o esforço do Ministério da Defesa em aumentar o orçamento com recurso à venda de material de guerra não alterou a situação"
Sinceramente, o que é preciso é uma campanha que incentive o método "ler tudo até ao fim antes de falar".
Mas vejamos porque é que, citando o Diário de Notícias, isto de "aumentar o orçamento com recurso à venda de material de guerra não alterou a situação". (citação inútil, acrescento)
"(...)no sentido em que os helicópteros Puma continuam guardados,(...)"
é claro, os velhos pumas da guerra colonial. Ah, pois era. Mas isso não será a protecção de espólio de tempos passados? Aposto que há imensos veteranos que adoram ir aos armazéns das Forças Armadas ver essas carracas velhas, onde passaram os melhores tempos das suas férias em África, a transportar feridos ou a ser transportados.
"os caças F-16 dependem de autorização prévia dos Estados Unidos,"
pois, para vender caças, temos de pedir aos EUA. Para vender. A quem quer que seja. Os nossos caças, não estão em leasing, nem emprestados. Temos de pedir aos EUA para vender algo que é nosso, porque eles controlam a proliferação de armas. Há algo que me está a escapar.
" e a venda das fragatas João Belo ao Uruguai, por cerca de 13 milhões de euros, foi vetada no passado mês de Junho pelo Ministério das Finanças de Montevideu."
Sim, a opção é vender as nossas velharias ao uruguaios. Eles caiem sempre. Só que desta vez, não.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
tubarão turista
Declarações dos pescadores à imprensa: "A gente bem desconfiou de ver um bacalhau tão grande" afirma Nikolai, comandante do barco, "principalmente depois do bacalhau ter devorado uma perna ao Igor ."
"Foi um pouco doloroso," afirma Igor, o pescador mutilado, "principalmente no que toca à parte da trincadela. Mas quem sabe,Igor ouvir falar que companhia de gelados Olá quer fazer um contrato com Igor para promover gelado especifico."
terça-feira, 24 de julho de 2007
sexta-feira, 20 de julho de 2007
tráfego de orgãos
e de maneiras que ele tá num bonito sarilho
tipodonicksemespaços diz:
pois...
desirée master diz:
isto só lá vai com um rapto
tipodonicksemespaços diz:
mesmo. e brainwashing
desirée master diz:
mesmo, a ver se a vida do gajo vai pá frente
tipodonicksemespaços diz:
ya, e depois, para cobrir as despesas do rapto, vendemos um dos rins dele
desirée master diz:
és genial, páh!
tipodonicksemespaços diz:
ya
terça-feira, 10 de julho de 2007
heresias
sexta-feira, 6 de julho de 2007
mehr licht, bitte!
50% da população norte-americana sabe da existência de uma França na Europa?
omne tulit punctum (ou nem tanto)
diáologo
amanha dás-me boleia?
eu diz:
okai
gajo da net diz:
sabes o que é um falconete?
eu diz:
um falcão júnior?
gajo da net diz:
não...
gajo da net diz:
e falcónidas, sabes o que são aves falcónidas?
eu diz:
não pah
gajo da net diz:
e uma falda, sabes?
eu diz:
pára de ver palavras pelo dicionário, eu sei que não sabes isso
gajo da net diz:
porra, como sabes?
eu diz:
por que estão por ordem alfabética, nem te deste ao trabalho de procurar em páginas diferentes
gajo da net diz:
...
gajo da net diz:
amanha dás-me boleia?
eu diz:
agora já não
quarta-feira, 4 de julho de 2007
finally we get some peace
Tenho a impressão que os britânicos vão dormir muito mais descansados esta noite.
domingo, 1 de julho de 2007
He or She?
Pessoalmente sempre foi algo que me afligiu até ao âmago da mais íntima aflição, o simples e fugaz erro de, acidentalmente, por exemplo, pensar que lá por aquela criatura que serve bagaço num tasco qualquer, à beira da junta da minha freguesia, apenas pelo facto de ser surpreendentemente mal parecida, não possa obrigatoriamente ser mulher. É frustrante, realmente frustrante, se pensarmos que a grande maioria de serventes de bagaço em tascos são mulheres. Ora tudo indica que aquele ser tão repelente na sua vertente feminina, seja por isso uma mulher. Ah, desenganam-se os positivistas! Nem a mais clara racionalidade pôde absolver-me deste sentimento de culpa por manter a minha dúvida sobre a tal identidade sexual daquele Ser. Aquilo que eu pensei nomear de factor vox traiu-me mordazmente, quando o destino fez-me passar pela suposta senhora na rua, após a humilhante e inapropriada tarefa imposta a um sujeito intelectualmente desportivo como eu de "ir comprar pão e ovos", tanto que ia aborrecidíssimo de saca na mão com os tais bens alimentares, e "ela" decidiu lançar-me um viril e masculino "tudo bem?". Apanhado "desprevenido" pela simpatia daquela voz poderosa, esforcei-me para retribuir com um portentoso "Olá Sra. ..." que de indeciso saiu-me "frouxo", digo, frouxo. Longe da vista da até agora "Senhora do Tasco", que se afastou pesarosamente depois do meu amaricado cumprimento, talvez "ela/ele" com dúvidas não àcerca da minha identidade mas sim da minha heterossexualidade, fui acometido de uma quase divinal necessidade de proceder com o meu dever de cidadão, e não parar até descobrir se aquele pedaço de ambulante humanidade era Homem ou Mulher. Tal foi o ímpeto de descoberta, que corri pelas ruas da minha localidade, tão cheio desta energia, desta iluminação e apego pela pesquisa e pela indagação, quem sabe talvez inspirado por certas divindades que me tomaram sobre sua protecção.
Ao chegar a casa, os efeitos desta triunfal corrida foram sentidos na enorme desilusão de me deparar com os ovos feitos em pedaços e misturados com os pãezinhos. Na confusão da corrida haviam-se partido. Fiquei desolado, mal começara a minha investigação, já tinha sangue, neste caso claras de ovos, nas minhas mãos, e devido à pegajosidade daquele material, pela torneira e banca da cozinha. E os pãezinhos, lamento dizê-lo, arruinados ficaram.
Após as exéquias daquele que poderia ter sido um óptimo almoço, agora deitado pelo balde do lixo abaixo à espera do seu brutal fim, decidi entregar-me de corpo e alma à minha nova luta. Comecei por executar vários e camuflados inquéritos, tanto a familiares como aos poucos vizinhos com quem me dou ao desplante de me dar. Um dos métodos passava por esta inteligente pergunta, tão matreira que todos os meus inquiridos caíram sorrateiramente nela "Desculpe, como se chama a ... a pessoa da tasca ali perto da junta?" ao que uma larga maioria respondia "A pessoa? Então agora pergunta-se assim pelas... pessoas?" ao que eu rectificava "Sim, sabe... a que atende lá na tasca ao pé da junta, como se chama essa... pessoa? A ... pessoa com a voz muito grossa, sabe?..." "Ah! Ó rapaz, tu muito tens dessas manias tuas, não é? Até vai ali a passar... Ó Ferreira, anda cá Ó Ferreira!" "Não, não tem de o chamar, diga-me só quem é, como se chama a tal pessoa de apelido Ferreira" "Mas já te disse, rapaz, é ...( e agora viria o momento da verdade, em que o uso de uma preposição "o" ou "a" permitir-me-ia definir a masculinidade ou feminilidade da entidade Ferreira)... é... Ó Ferreira, anda cá que o rapaz não pára de me perguntar sobre ti, pá!". Das seis vezes que isto me aconteceu fiquei ali, embasbacado em frente àquele enorme baobá Ferreira, apenas para lhe perguntar se as coisas com o seu primo que estava a viver na França estavam bem. Cedo começaram a correr rumores na vila sobre o meu súbito interesse pelo primo de "Ó Ferreira", entre os quais o eterno, clássico e tão rural problema de umas partilhas de terra "que o Juvenal (o nome do primo) herdou da tia Cacilda de Medregós de Baixo", e que por via de uma bisavó, deviam pertencer a mim(é incrível como a genealogia torna-se uma ciência popular nestes meios agrícolas). Outra mais sinistra pendia por causa da compra de um burro que o Juvenal efectuara, burro esse que teria defecado à minha porta, e o medo de represálias teria levado o Juvenal a emigrar forçadamente, ou fugir, para a França.Desconheço totalmente este caso, nem acho que alguma vez me aconteceu defecarem-me à porta. A verdade é que o primo Juvenal, que vinha passar estas férias a Portugal, foi discretamente avisado pela mãe para não vir, porque "te matam Juvenal, a ti mais o burro!".
Eu sou definitivamente gente de cidade, e mal podia sequer imaginar as consequências dos meus inquéritos. Receoso que as coisas entrassem pela via das queixas jurídicas, ou mesmo um assassínio a sangue frio, resolvi deixar cair por terra os meus planos de busca por objectos de higiene pessoal do suspeito Ferreira. Mais tarde nessa semana, ouvi dizer que a família do Juvenal estava a planear vender todas as suas propriedades lá para os lados de Baguncelos, e enviaram-me a sobrinha preferida da mãe do tal emigrante para vir parlamentar comigo. Recebi a ansiosa proposta monetária em troca da garantia de deixar o primo Juvenal e a prima Ferreira em paz e sossego. Ora ai estava! A prima afinal de contas era "uma" prima, e chamava-se Clotilde Ferreira, ao que me pude aperceber. Estranhada com os meu pulos de felicidade após desfecho de tão insólito caso, a sobrinha pediu-me para eu misericordiosamente permitir-lhe voltar a casa, sem qualquer tipo de estropiação corporal ou ofensas à sua honra. "Óh rapariga, vai à tasca da Junta e chama-me a tua prima! Eu esclareço isto tudo já" Clotilde entrou pela minha porta, a tremer que nem varas verdes em dia de apanha, e contei-lhe que podia atravessar a serra do Pedrolho em direcção à casa da sua tia, e dizer-lhe que não há perigo nenhum, tudo se tratava de umas perguntas que eu fizera por um suposto interesse inofensivo nela, não no primo Juvenal. A menina Ferreira ficou tão lisonjeada com este elogio, tão precioso entre os raros que os seus atributos físicos considerados pela cruel sociedade pouco atraentes lhe permitiram receber, que perguntou logo toda familiarizada qual era o motivo das minhas perguntas sobre ela "É que eu queria saber se a menina Clotilde era Homem ou Mulh... Clotilde, baixe essa cadeira, Clotilde é uma cadeira cara, Clotilde não, nããããão!" Nesse mesmo dia a Sra. Ferreira partiu-me toda a minha colecção de Cds do David Bowie, pérolas perdidas para sempre. Mais estragos causou-me aquela mulher peluda que qualquer ex. É claro que é escusado dizer que fiz uma chamada anónima ao primo Juvenal, e ele só se atreve agora a vir cá passar férias durante os últimos três dias da Páscoa e escondido no porta bagagens. E o burro fica em França.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Batuques Intelectuais
yo
gajo da net diz:
yoyo
eu diz:
já viste?
gajo da net diz:
não
eu diz:
então desculpa
eu diz:
(posso publicar esta conversa no meu blog?)
gajo da net diz:
tás desculpado
gajo da net diz:
podes
gajo da net diz:
ah desculpa
gajo da net diz:
(podes)
terça-feira, 12 de junho de 2007
Spam, spam, spam, spam
Esta pérola do humor britânico é parte integrante do programa "Flying Circus" dos Monty Python.
O que é mais "pythonesco" no sketch é o facto dos créditos estarem "recheados" de spam, e pela"silliness" própria dos criadores de "Flying Circus" ao incluírem a presença de Vikings no cenário, a cantar "Spam, spam, spam, spam...What a wonderful thing!"
E digam lá se as legendazinhas não estão jeitosas...






