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Anónimos agressivos, incendiários e anónimos eleitorais.
Precisam-se anónimos nos hospitais, nas faculdades e nas pedreiras.
Anónimos luminosos que insultam a riqueza abjecta do Manuel e aqueloutros que me ensinam os rudimentos da música clássica.
Queremos anónimos nas prisões e anónimos a guardar os que estão presos; anónimos nos tribunais e anónimos a legislar; anónimos a limpar janelas e anónimos a construir prédios; queremos vê-los nos estádios, no cinema e na ópera.
Sonhamos com anónimos em comissões de inquérito no Parlamento, e reunidos em Conselho de Ministros; alguns, em Belém, a tratar dos jardins, e outros a segredar ao Presidente da República – um dia os anónimos negociarão os fundos comunitários!
Hoje, Dia Mundial do Anónimo, o Odisseia treme de expectativa…
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